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Mauro Filho, Guimarães e Danilo Forte: o que dizem os deputados sobre a reforma tributária

Foto: Divulgação

Está em discussão, no Plenário da Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/24, que regulamenta a reforma tributária. Até o momento, três cearenses se pronunciaram. 

Além deles, mais de 25 parlamentares discutiram a proposta, que define regras para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS), todos criados pela reforma.

O que disse os três cearenses?

O deputado e líder do governo Lula, José Guimarães (PT), disse que “a reforma tributária aproxima as regras brasileiras das de países mais desenvolvidos e melhora o ambiente econômico para atrair mais investimentos”.

“É muito relevante para o país. Eu destaco pontos essenciais e aponto que estamos fazendo a melhor e mais avançada reforma do mundo moderno. Esse é o novo modelo. Estamos adotando esse modelo que cria dois impostos”, enfatizou.

“Portanto, unifica todo sistema tributário brasileiro, acaba com a guerra fiscal e isenta para sempre os produtos da cesta básica”, prometeu o cearense.

Já o deputado Danilo Forte (UB) enfatizou que “com a reforma, será possível simplificar impostos, promover justiça fiscal e estimular a economia”. Para o parlamentar, o novo modelo de tributação é crucial para o país, já que vai unificar tributos e reduzir a burocracia, “beneficiando o empreendedor e o consumidor”. 

Ao apresentar mais dados ao que foi pago, justificou que essa reforma representa o “fruto da vitória da conquista da LDO, acordada com o governo”. “Isso que nos dá autonomia”, explicou o deputado.

Em seguida, Mauro Filho (PDT) provocou, anunciado que tem acompanhado a discussão, mas que tem visto sinais de aumento de imposto. “As assessorias dos deputados precisam fazer curso de cálculo. Nenhum produto de pobre vai ter aumento de tributo”, começou o pedetista.

“Eu tomei conhecimento que alguns ricos estão ligando para não aprovar a reforma”, disparou. “E isso mostra a inversão de valores. Pondero os cálculos para que na realidade, de coração, os deputados que estão falando desse aumento mostrem para nós que aumento de imposto é esse. Ou então é conversa fiada mesmo. Vamos votar sim”, apontou.

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