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Indústria calçadista vai gerar mais 600 empregos no Interior do Ceará

Foto: Reprodução

Por Lorena Macedo

O município de Pentecoste, no Vale do Curu, contará com a criação de mais centenas de oportunidades de trabalho e renda para o fomento à economia local. A geração dos postos será possível graças à expansão de mais uma indústria calçadista na localidade. Na tarde desta terça-feira, 12, o Governo do Ceará, por meio da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), assinou um convênio com a Prefeitura de Pentecoste para viabilizar a construção de dois galpões industriais.

As estruturas serão cedidas em regime de comodato pela Adece para a Valenti Calçados, que prevê um aumento de produção de aproximadamente 5 a 6 mil pares de calçados por dia, conforme o diretor geral da empresa, Alexandre Becker.

“Estamos muito felizes. Assinamos uma grande obra de ampliação da nossa indústria. Vamos gerar aproximadamente 600 empregos com a nova ampliação. Hoje, já geramos mais de 900 empregos no município. A empresa vem viabilizando ano após ano crescimento em Pentecoste. Estamos aqui para somar, participar, ajudar o município e o Estado a crescerem. Atualmente, produzimos 12 a 13 mil pares de calçados por dia”, complementa Becker, também à frente da Pentecoste Calçados e Serrota Calçados, instaladas no mesmo município.

O presidente da Adece, Danilo Serpa, explica que a parceria com a Prefeitura é resultado de uma soma de esforços com a finalidade de garantir o crescimento econômico do interior do Estado. “O convênio consiste em uma doação de terreno por parte da Prefeitura para a Adece, que, por sua vez, será responsável pelo financiamento da obra a ser executada pelo poder municipal. O valor desembolsado pela Adece será de R$ 4,5 milhões. Essas e outras ações fazem parte da nossa política de interiorização e de apoio ao crescimento das empresas já implantadas aqui no Ceará, um trabalho realizado com orientação do governador Elmano de Freitas”, explica.

Conforme o prefeito de Pentecoste, João Bosco, a empresa já deve ocupar um outro galpão de imediato, o que possibilitará a geração de 250 empregos. “No máximo, em um ano a um ano e meio, os outros galpões estarão prontos e os empregos gerados devem chegar a 600”, completa.

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