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Enfim, Moro diz que “paralisação é ilegal, é proibida pela Constituição”

O ministro Sérgio Moro em visita ao Ceará para acompanhar ação das forças federais no Estado.

Equipe Focus
focus@focus.jor.br

Embora tenha visitado o Ceará durante o motim e não tenha criado obstáculos para o envio de forças federais de segurança para o Ceará, esperava-se do ministro da Justiça, Sérgio Moro, uma dura condenação aos atos amotinados. Enfim, Moro soltou uma palavra condizente com a situação. Foi durante o 6º encontro do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud), em Foz do Iguaçu, quando o ministro tratou como “ilegal”o movimento no Ceará.

Porém, Moro ainda fez ressalvas. Vejam a frase do ministro: “O governo federal vê com preocupação a paralisação que é ilegal da Polícia Militar do Ceará. Claro que o policial tem que ser valorizado, claro que o policial não pode ser tratado de maneira nenhuma como um criminoso. O que ele quer é cumprir a lei e não violar a lei, mas de fato essa paralisação é ilegal, é proibida pela Constituição”.

Moro ainda reforçou que seu grupo de crise se reuniu na quinta-feira para acatar o pedido de intervenção da Força Nacional de Segurança Pública. Para garantir a segurança pública do Ceará, 2,8 mil homens do Exército e da Força Nacional circulam pelas ruas de Fortaleza, da região metropolitana e do interior.

O ministro da Justiça ainda afirmou também que o Governo Federal não mediu esforços para ajudar. “Nós recebemos o pedido da intervenção da Força Nacional de Segurança Pública no meio da tarde de uma quinta-feira. Após reunião do nosso grupo de crise, dentro do Ministério da Justiça, nós decidimos por aquele envio.”

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