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Empresa de R$ 12 bi, mais de 2 mil lojas e 34 marcas: acordo sela fusão da Arezzo com o Grupo Soma

Loja da Arezzo. Foto: Divulgação

Por Átila Varela

O acordo entre a Arezzo e o Grupo Soma foi selado nesta segunda-feira, 5. O fato relevante foi comunicado ao mercado bem cedo.

Na esteira, a formação de uma empresa de R$ 12 bilhões, mais de 2 mil lojas e 34 marcas.

A governança da nova companhia será comandada de maneira conjunta pelos atuais acionistas de referência da Arezzo e Soma, sendo Alexandre Café Birman o CEO e Roberto Luiz Jatahy Gonçalves o CEO da business unit de vestuário feminino.

Rony Meisler permanecerá como CEO da business unit AR&Co e o Thiago Hering continuará como CEO da business unit Hering.

Com o acordo, a empresa passará a comercializar calçados, bolsas, itens de moda masculina, feminina e infantil, incluindo roupas e acessórios.

“A companhia resultante adotará uma nova denominação social a ser definida de comum acordo”, destacaram em nota conjunta Arezzo e o Grupo Soma.

O que prevê a fusão

Como versa o fato relevante: “O Acordo de Associação prevê que, a operação será realizada por meio da incorporação do Grupo Soma pela Arezzo&Co e, nos termos do art. 227 da Lei das S.A., os acionistas do Grupo Soma receberão, para cada 1 (uma) ação ordinária de emissão do Grupo Soma, 0,120446593048 novas ações ordinárias de emissão da Arezzo&Co (“Relação de Troca”), de modo que os acionistas da Arezzo&Co serão titulares de 54,00% e os acionistas do Grupo Soma titulares de 46,00% do capital social da companhia, desconsiderando as ações atualmente em tesouraria.

A Relação de Troca, que foi livremente negociada entre as administrações das companhias, levando em consideração a cotação das ações em bolsa de valores, está sujeita a eventuais ajustes usuais em operações da mesma natureza. Uma vez finalizada a documentação necessária, incluindo o protocolo e justificação da incorporação, as administrações das empresas convocarão as respectivas assembleias gerais de acionistas para deliberação das matérias relacionadas à operação. A operação não ensejará direito de retirada para os acionistas das companhias, uma vez que as ações do Grupo Soma preenchem os pressupostos de liquidez e dispersão previstos no art. 137, II, da Lei das S.A.”

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