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Em ameaça que serve ao Brasil, G7 avisa que quem ajudar a Rússia sofrerá “consequências severas”

A clara posição do presidente Lula da Silva a favor da Rússsia, país que agrediu a Ucrânia invadindo seu território, está causando rebuliços em antigos e ricos aliados do Brasil. Os líderes dos países do G7 (os mais industrializados do mundo) ameaçaram  com “consequências severas”, os países que continuarem a ajudar a Rússia a contornar as sanções impostas por causa da sua invasão da Ucrânia.

“Pedimos a países terceiros e a outros atores internacionais que procuram contornar ou enfraquecer as nossas medidas, para porem fim à sua ajuda material à guerra protagonizada pela Rússia, sob pena de se sujeitarem a consequências severas”, declararam os dirigentes do G7, num comunicado aprovado no final de uma reunião virtual, realizada no dia do primeiro aniversário da invasão russa da Ucrânia.

Soa como um recado dirigido aos potenciais fornecedores de armas para a Rússia, mas a leitura mais ampla da nota indica que outros países que podem gerar novos acordos comerciais com os agressores da Ucrânia, como é o caso Brasil, também podem ser incluídos.

O grupo dos sete países mais industrializados do mundo, constituído por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, e com uma representação da União Europeia (UE), a que se juntou o Presidente da República ucraniano, Volodymyr Zelensky, reiteraram igualmente nessa reunião, sob a presidência japonesa, o seu “apoio inabalável” à Ucrânia e advertiram Moscou contra um eventual recurso a armas nucleares.

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