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Complexo do Pecém seleciona Stolthaven Terminals como operadora de amônia verde do hub de H2V

Foto: Divulgação

Após um processo de 15 meses, a Companhia de Desenvolvimento do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP S/A) selecionou o consórcio Stolthaven Terminals/Global Energy Storage (GES) como a “potencial operadora” para planejar, projetar, construir e operar um terminal de amônia verde no Complexo do Pecém.

O empreendimento fará parte da estrutura compartilhada que será utilizada pelos produtores de amônia verde que se instalarão no Complexo do Pecém a partir de 2026.

O Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP) é formado pelo Porto do Pecém, uma área industrial, e pela Zona de Processamento de Exportação (ZPE) Ceará, onde ficarão instaladas as empresas produtoras.

É administrado pela CIPP S/A, que concedeu os direitos para Stolthaven Terminals e a GES após um processo de seleção isonômica e transparente, que durou mais de um ano, envolvendo vários outros provedores globais de armazenagem.

Durante a próxima fase do projeto, com o envolvimento do Complexo do Pecém e dos produtores de amônia verde, a engenharia básica do terminal será desenvolvida antes da assinatura do contrato final com a CIPP S/A.

Para Hugo Figueirêdo, presidente da CIPP S/A, a escolha da Stolthaven Terminals após um processo rigoroso de seleção, é uma importante fase na concretização do Hub de Hidrogênio Verde do Pecém. “Temos cumprido nosso cronograma de planejamento para que consigamos fazer desse projeto uma realidade cada vez mais próxima, que vai mudar a vida dos cearenses e a história do Ceará”, ressalta.

O desenvolvimento de um terminal de amônia verde no Porto do Pecém atenderá à produção de hidrogênio verde e à exportação dessa produção através da amônia verde, permitindo que os mercados acessem uma das fontes mais competitivas dessa energia renovável em nível global. O Porto do Pecém e seu acionista Porto de Roterdã formarão a rota de exportação/importação de H2V mais próxima entre a América do Sul e a Europa.

A produção estimada de hidrogênio verde do Complexo do Pecém deve chegar a 1 milhão de toneladas/ano em 2030, um potencial para atender a 25% da demanda de importação de Roterdã.

 

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